(José Ramón F. de la Cigoña sj).- Certo dia, um repórter conseguiu, não sei como, entrar na imensa e bela Corte Celestial. Depois de fazer algumas adorações ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo e mil e uma reverências aos santos, escolhidos do Senhor, aproximou-se curioso de um homem de barba e bigode que não se afastava, nem por segundos, do lado do Senhor Jesus.
Repórter: Psiu! Sim, você. Podemos conversar um pouco? Inácio se aproximou. Não era nem alto, nem baixo. Tinha aquela estatura média do comum dos humanos.
Repórter: Os jovens latino-americanos me enviaram para lhe fazer algumas perguntas. Queremos conhecê-lo melhor. Estamos descobrindo que embora esteja muito longe de nós pelo tempo, fez-se muito próximo pela sua caminhada na vida. É verdade que a metade da sua vida não foi grande coisa?
Inácio: É verdade! Veja só, até os 30 anos de idade deixei-me envolver pela doce e corrompida proposta do sistema que nos envolvia. Fui um homem mundano e cheio de vaidades… Meus interesses não iam muito longe: o que queria era ganhar prestígio dentro da classe dominante, conquistar amorosamente algumas mulheres interessantes e fazer uma boa carreira nos caminhos do poder.
Houve um breve silêncio. Pensei comigo mesmo: Experiências fúteis e alienantes, bem parecidas com o que vemos na maioria dos jovens de hoje.
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